Chamando o Nazza

Direita ou Esquerda? Nenhum; sou do ALTO.

Direita ou Esquerda? Nenhum; sou do ALTO.

By on April 18, 2017 in Chamando o Nazza with 0 Comments

Hoje começou a veicular em uma rede de tv aberta, uma minissérie ambientada nos mais duros anos da recente historia do país. O ano é 1970. O Presidente, Emilio Garrastazu Médici, General do Exercito Brasileiro que comandou a nação entre 1969 e 1974. Tempo duros de repressão ferrenha contra os ditos “subversivos”. Brasil: Ame-o ou […]

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Ode às mulheres!

Ode às mulheres!

By on October 22, 2016 in Chamando o Nazza with 0 Comments

Ela é a mais divina das criações de Deus. Não deriva de uma costela, vem da Sua maior inspiração, de Seu melhor sonho e porque não, do Seu maior devaneio. Ela veio para ser a sua companhia, mas acabou acompanhante importante, imprescindível a qualquer cavalheiro errante. Na odisseia de desbravar e povoar mundos. Reais, imaginários ou imaginados.

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AMIZADES FLUORESCENTES

AMIZADES FLUORESCENTES

By on December 17, 2014 in Chamando o Nazza with 0 Comments

A amizade…um dos 4 pilares que sustentam as relações…quando sincera, vale mais que qualquer bem material…Como é bom ter amizades! Daquelas que te dão ouvido, carona, chiclete ou mesmo um gole d´água quando vc mais precisa… Todo e qualquer movimento, seja ele social, econômico, musical, etc., é concebido através da troca mútua de idéias, sugestões, […]

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Um sentimento chamado razão

Um sentimento chamado razão

By on September 19, 2014 in Chamando o Nazza with 0 Comments

Tenho observado o quanto a premissa de se evitar de se fazer o mal tem causado damos às pessoas. Culturalmente, nós ocidentais fomos catequizados pra isso. Oriunda da interpretação sem amplitude, o tido como correto, sempre foi se negar a ter determinado comportamento (Não Matarás, Não cobiçaras a mulher do próximo etc.). A lástima está […]

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Alinhamento

Alinhamento

By on September 23, 2013 in Chamando o Nazza with 0 Comments

A vida e suas nuances são realmente fascinantes. Veja por exemplo, a dinâmica de um acontecimento. Perceberam a quantidade de coisas que têm que estar alinhadas para que algo nos aconteça? Ela por si mesma, é inconstante, impermanente, cheia de variáveis e sobretudo, como fator mais significativo, simples e paradoxalmente complexo, baseada na interdependência. Me […]

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Perdão, a força que te faz livre!

Perdão, a força que te faz livre!

By on February 14, 2013 in Chamando o Nazza with 0 Comments

Guardemos essa energia e força para a guerra que é a mudança de pensamento e comportamento. Somos animais de hábitos, costumes (sobretudo) e tradições, que invariavelmente aceitamos só porque são assim.

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Inveja, a irmã da preguiça

Inveja, a irmã da preguiça

By on January 21, 2013 in Chamando o Nazza with 1 Comment

Nascemos sendo únicos, singulares. Ouso dizer que somos iguais. Pois nascemos dotados de várias coisas em comum, diferenciando apenas o grau de sentir e a maneira com a qual percebemos o que nos rodeia, nos aflige, nos alegram etc. Justamente por isso, viemos ao mundo capacitados para sermos irrepetíveis.

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2013 – Mais respeito, menos murmurro

2013 – Mais respeito, menos murmurro

By on January 8, 2013 in Chamando o Nazza with 1 Comment

O respeito anda tão escasso ultimamente. Desde o mais simples ao mais complexo. Desde de uma opção sexual ao distorcido juízo de valores do que (pasmem, pensam) detém o poder. Da diminuta paciência em aguardar um semáforo sair do vermelho para seguir no fluxo natural do trânsito, à dádiva da singularidade, pese ao esforço de muitos quererem ser sempre iguais, de todos e cada um de nós.

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A Vida, como ela é pra mim!

A Vida, como ela é pra mim!

By on December 14, 2012 in Chamando o Nazza with 0 Comments

Antes de bem querer, apaixonar-me, amar outra pessoa, sinto, em proporção igualada, por mim mesmo.

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Aprendendo

Aprendendo

By on August 14, 2012 in Chamando o Nazza with 0 Comments

Isso é bem curioso, quase uma dicotomia. Por que as pessoas se encantam umas com as outras e depois de conquistá-las, começam um processo de mudanças, de moldagem para como julgam ser ideal? Ora, se apaixonamo-nos por uma maneira de ser, por que querer , desrespeitosamente, adequar aquilo que outrora nos exercia fascínio, apenas pelo prazer de ser do ‘nosso’ jeito?

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