Perdão, a força que te faz livre!

By on February 14, 2013 in Chamando o Nazza with 0 Comments

“Ah. Se o mundo inteiro me pudesse ouvir, tenho muito pra contar, dizer o que aprendi.” (Tim Maia)perdao

Começaria dizendo o quanto é bom descobrir a si mesmo. Aprender que o perdão é a força que te faz livre. Uma vez livre, posso me aceitar tal como sou, em toda minha deliciosa complexidade.

Ciente disso alcancei a tolerância (algo que, pelas próprias circunstancias da vida, será um exercício eterno) com os demais, elucidando o misterioso ensinamento de Jesus, O Cristo quando disse: “amar ao próximo como a ti mesmo”.

casalDominada a arte da tolerância, sentir o que é o amor incondicional, como ajudar e bem-querer aos demais de maneira desinteressada, a ter empatia e sentir o que meu próximo sente, ter a compaixão nas tragédias inerentes à própria vida de todos e cada um de nós.

Com a incondicionalidade do amor, deixei de desumanizar as pessoas. Passei a enxergar melhor os seres humanos, meus semelhantes, ocultos sob camadas e mais camadas de rótulos que tanto gostamos de fixar-nos mutuamente.

Pode ser que seja o princípio de uma mudança na percepção que temos da vida como um todo.

“Já aprendemos a nadar como peixes, voar como pássaros, então porque nunca conseguimos viver pacificamente como irmãos?!” (M.L King)

Assim buscaremos amar e fazer o bem obstinadamente, ao invés de tão só evitar de fazer o mal. “..vença o mal com o bem.” (Rm 12,21). Buscaremos assim, “relacionamentos com as pessoas que mais amamos e não com aqueles que odiamos menos” (Judith Voith).todosnos

Ao defender a nossa “verdade”, já saberemos que ela inexiste em sua forma absoluta. Entretanto “cada verdade individual é como uma entrada à fictícia verdade absoluta” (S. Paulo). Ademais, a verdade é utilitária, e como provada varia (diria incontáveis) vezes, efêmera razão pela qual não deveríamos defendê-la com capa e espada.

Guardemos essa energia e força para a guerra que é a mudança de pensamento e comportamento. Somos animais de hábitos, costumes (sobretudo) e tradições, que invariavelmente aceitamos só porque são assim.

Desse modo, pode ser que aceitemos coisas que um dia foram e fizeram muito sentido, pois na ocasião foram vivenciadas e estadas, mas que sem a experiência individual, podem não ter tanto sentido assim atualmente. Sim que o cérebro “não esta feito para buscar verdade e sim pra sobreviver” (Eduardo Prusset) por isso, uma vez em novas zonas de conforto, é tão custoso como um dos 7 trabalhos de Hércules, empreender uma busca fora dela. Nesse caso faço uso da retórica:

Como você quer que lhe aconteça algo de novo na sua vida, se você não faz nada (fora da sua zona de conforto?) de diferente?

“é preciso cuidar do jardim para atrair as borboletas” (minhas queridas de Sinop).

Essa busca pode te trazer uma nova infância. Só depende de ti disfrutar mais da natureza e de toda riqueza que temos em nosso planeta. Em troca, a título de taxa de condomínio, e tal como no amor, devemos preservá-lo, pois não sendo assim, ela morrerá. E que a Mãe Gentil, se orgulhe (por fim) dos filhos teus ao erguerem da justiça a clava forte, façamos um Brasil com menos desigualdades econômicas e sociais. Isso é dever, é obrigação.

Não pretendo aqui começar uma grande revolução, todo o contrario, tenho a pretensão que ela seja apenas do tamanho do seu mundo. São coisas que fui vivendo e aprendendo, e me sinto orgulhoso em poder compartir com vocês.

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About the Author: Eduardo, o Nazza, brasileiro, matogrossense, rondonopolitano, sonhador, indefinível (deixo isso pro meu jazigo), dee jay, estudante de direito, e doido pra inventarem uma caixa de som flutuante pra sair por ai com minha trilha a top! .

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