Kubrick e Zaratrushka

Hoje, graças a uma das minhas melhores amigas, tive a oportunidade de ir ao teatro municipal no evento – Kubrick em Concerto com a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e o Coral Paulistano.

Fiquei tão emocionada que não pude deixar de escrever sobre isso. O filme é realmente extraordinário. Uma experiência sensorial inacreditável, não há quase falas, o filme é basicamente visual e musical.

Agora imaginem uma pessoa em 1968 indo ao cinema, sentando na cadeira e, quando o filme começa, silêncio total, na tela aparece o símbolo estilizado da MGM. Depois a tela, sem som nem imagem, prende a atenção e de repente, soam os primeiros acordes de Assim falou Zarathustra de Richard Strauss. Em seguida, aparece uma parte da curvatura da Terra e, no alto o o nascimento de um astro luminoso (uma nova era?). Então, acordes finais e culminantes coroam o nome do produtor: Stanley Kubrick.

A realidade é que a história dessa trilha sonora é tão bizarra quanto o filme em si, Kubrick, inicialmente contratou o compositor Alex North, para compor a trilha do filme, mas com a música pronta, o diretor decidiu usar composições pré-existentes.

Vejam o início do filme com a trilha original:

Enfim, ver o concerto junto com o filme foi algo único, singular e excepcional. Vejam aqui um pouco do que foi viver essa experiência:

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About the Author: É idealizadora da Círculo Produções, blogger, produtora musical, manager de djs, musicoterapeuta organizacional e estudante de neurociência. Multitask ou melhor multiloca, já foi dona de loja, garçonete, Dj, assistente de cobrança, vendedora, professora de universidade, webdesigner, fotógrafa, produtora de eventos, especialista em logística de piloto e dona de Club. Ama o cérebro, teorias de conspiração, ser do contra e escrever. .

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