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Direita ou Esquerda? Nenhum; sou do ALTO.

By on April 18, 2017 in Chamando o Nazza with 0 Comments

Hoje começou a veicular em uma rede de tv aberta, uma minissérie ambientada nos mais duros anos da recente historia do país. O ano é 1970. O Presidente, Emilio Garrastazu Médici, General do Exercito Brasileiro que comandou a nação entre 1969 e 1974.

Tempo duros de repressão ferrenha contra os ditos “subversivos”. Brasil: Ame-o ou Deixe-o, seu grande slogan. Liberdade cerceada, direitos humanos apenas uma utopia. Ideais radicais e megalômanos onde pensar diferente, podia te levar ao pau de arara.

Agora, a liberdade de se expressar, esbarra em ideias reacionárias de “politizados” que se digladiam como se fosse guerra de torcida; o pau de arara moderno é identificado pelas filas a espera de atendimento nos hospitais e postos de saúde; nas escolas não construídas e ciclos educacionais do início ao fim da vida estudantil, que para manipular dados e massas, produzem analfabetos funcionais; na segurança pública com mínimos investimentos, sejam em estrutura ou em baixos salários, vendendo a ideia de insegurança, forçando um populismo penal sem precedentes.

A vida atual, em liberdade e direitos civis relativamente garantidos, não comporta tamanha perversidade. Ou será que não vivemos uma nova ditadura atualmente? Sim. Vivemos. A ditadura da corrupção.

A julgar pelo que se tem visto e noticiado, muito pior. Tamanho o grau de infecção na administração pública apodrecida por essa patologia, mitigando direitos da grande maioria do povo brasileiro, enquanto lá do Olimpo do Poder, os superbrasileiros (aqueles dotados do tal Foro Privilegiado) parecem (quase) intocáveis.

Mas eis que vivemos novos tempos. Da Luz. Da Justiça. Não por acaso, vem à tona falcatruas que, se assim continuar, emendarão com o descobrimento do Brasil.

A Operação Lava-Jato é o marco. A pedra fundamental de um novo Brasil. Muito criticada e apontada como vara que bate apenas em Lula, ops, Francisco, demonstra agora que não tem corruptos de estimação, ao atingir em cheio a política brasileira. Ou seria o teatro de fantoches do dinheiro?

Tempo para o surgimento de uma nova orientação política, já que nem a direita e muito menos a esquerda, foram capazes, desde a abertura política nacional nos anos 1980, olhar realmente para o povo. Essa nova orientação é o ALTO. De onde realmente emana o poder, que é exercido através do voto.

Doutrinados fomos, para sempre reverenciar os tais superbrasileiros. Conferindo-lhes poderes e dispensando tratamentos de doutores, excelências. Essa nova visão, tem o compromisso de mostrar àqueles, que são meros servidores a quem foram confiados a gestão das riquezas pertencentes à todos nós. Para fazer bom uso através de práticas que garantam o exercício e o gozo dos direitos individuais descritos em nossa Carta Magna.

E a maneira de efetivarmos isso é não reeleger nenhum político ocupante de mandato em todas as esferas: federal, estadual e municipal. Um boicote velado. Uma arma de destruição de esquemas e vantagens. Um aviso para as novas gerações de políticos. A vez do maior tesouro da nação: a brava gente brasileira.

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Eduardo, o Nazza, brasileiro, matogrossense, rondonopolitano, sonhador, indefinível (deixo isso pro meu jazigo), dee jay, estudante de direito, e doido pra inventarem uma caixa de som flutuante pra sair por ai com minha trilha a top!

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